
Eternidade e Impermanência.
Clemência..
Angustia de sermos passageiros nos sonhos dos que por nós passaram
nos momentos dos que ainda são ou estão.
Sermos nós imortais e tais nômades dos caminhos ainda por vir.
Absoluta confusão.
Lúcida.Lúdica.Dúvida...
Eternos pelo que por hora ja não somos,
Impermanentes no anseio de conquistar as estrelas,
que todavia, nao sabemos onde buscar..
Mas seremos presentes uns nos outros..
Qual as ondas se desfazem
Ao perderem o mar.
- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 05h08
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"Ah, um dia a casa será bosque, à sua sombra encontrarei a fonte onde um rumor de água é só silêncio."
- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 20h38
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Fim de tarde...
às vezes, Deus senta-se comigo num dos bancos da avenida. olhamos em silêncio para os pássaros da tarde para as luzes que esvoaçam em meus olhos... Depois diz-me duas ou três coisas sem importância
e eu escuto-o.
Acredito. ao longo da avenida...
- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 09h35
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Seria injusto não falar da menina vestida de céu e de seus temporais. Pelo caminho de laranjeiras floridas percorre sem pressa alguma a estrada que à leva ao cenário intempestivo de uma cidade de luzes. Clarões se abrem em câmera lenta, fotografando o mundo, fazendo com que ela abra os braços, teimando em abraçar a terra, e resgatar indiferente a melancolia de Munch. Folhas de outras estações rodopiam ao vento, caindo ao chão feito promessas de beijos semeados em terra profunda, encurtando a distância entre o azul escuro bordado de luzes e as raízes que a prendem na terra. A menina do fim da estrada, não fechou as janelas, nem trancou as portas, apenas esperou docemente... "que espetáculo dos deuses não tivesse fim." E sentou-se no anfiteatro do céu, querendo ser carregada na torrente de vento porque era atraída por ela, como se uma força invisível a impelisse a caminhar sobre seus medos e ir ao encontro do destino das aves que migram buscando verões.. A menina feito temporal e ventania continuou a tecer um fio de luz..
- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 01h04
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Não há vida sem morte como não há morte sem vida Mas há também uma morte em vida e a morte em vida, é exatamente a vida proibida de ser vivida...
A distância nos permite a saudades mas nunca o esquecimento...
- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 01h03
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- Postado por: Lú às 00h51
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