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O que é isto?

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" agora sinto necessidade de palavras - e é novo para mim o que escrevo porque minha verdadeira palavra foi até agora intocada. A palavra é a minha quarta dimensão. Escrevo por acrobáticas e aéreas piruetas - escrevo por profundamente querer falar. Embora escrever só esteja me dando a grande medida do silêncio."

Clarice Lispector.



pureza..



"lembra o tempo
que você sentia
e sentir
era a forma mais sábia
de saber
e você nem sabia?"

(...)
Porque o poema devora a mão que o escreve
com monstruoso amor...





- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 01h44 -

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 Eternidade e Impermanência.

Clemência..

Angustia de sermos passageiros nos sonhos dos que por nós passaram

nos  momentos dos que ainda são ou estão.

Sermos nós imortais e tais nômades dos caminhos ainda por vir.

Absoluta confusão.

Lúcida.Lúdica.Dúvida...

Eternos pelo que por hora ja não somos,

Impermanentes no anseio de  conquistar as estrelas,

que todavia, nao sabemos onde buscar..

Mas seremos presentes uns nos outros..

Qual as ondas se  desfazem

Ao perderem o mar.





- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 05h08 -

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 "Ah, um dia a casa será bosque,
à sua sombra encontrarei a fonte
onde um rumor de água é só silêncio."


 





- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 20h38 -

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Fim de tarde...

às vezes,  Deus senta-se comigo num dos bancos da avenida.
olhamos em silêncio para os pássaros da tarde
para as luzes que esvoaçam em meus olhos...
Depois diz-me duas ou três coisas sem importância

e eu escuto-o.

Acredito.
ao longo da avenida...

 
 




- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 09h35 -

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Seria injusto não falar da menina vestida de céu
e de seus temporais.
Pelo caminho de laranjeiras floridas percorre sem pressa alguma
a estrada que à leva ao cenário intempestivo de uma cidade de luzes.
Clarões se abrem em câmera lenta, fotografando o mundo,
fazendo com que ela abra os braços,  teimando em abraçar a terra, 
e resgatar indiferente a melancolia de Munch.
Folhas de outras estações rodopiam ao vento,
caindo ao chão feito promessas de beijos
semeados em terra profunda,
encurtando a distância entre o azul escuro bordado de luzes
e as raízes que a prendem na terra.
A menina do fim da estrada,
não fechou as janelas, nem trancou as portas,
apenas esperou docemente...
"que espetáculo dos deuses  não tivesse fim."
E sentou-se no anfiteatro do céu,
querendo ser carregada na torrente de vento
porque era atraída por ela,
como se uma força invisível a impelisse a caminhar
sobre seus medos e ir ao encontro
do destino das aves que migram buscando verões..
A menina feito temporal e ventania
continuou a tecer
um fio de luz..





- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 01h04 -

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Não há vida sem morte
como não há morte sem vida
Mas há também uma morte em vida
e a morte em vida,
é exatamente a vida
proibida de ser vivida...

A distância nos permite a saudades
mas nunca o esquecimento...





- Postado por: *.¨*·. Lú *¨.·* às 01h03 - [ ]

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- Postado por: às 00h51 -

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